Sem dúvida, há quem ainda o prefira ver como um morto-vivo surgindo do seu clipe mais famoso. E não posso negar que a genialidade de Thriller e de grande parte da sua obra e o próprio artista que ele foi merecem ser eternizados até quanto durarem as gerações terrenas. Mas quero deixar um comentário pessoal. Eu, que nasci no fim dos anos oitenta e já o conheci branco, pensei, à primeira vista, que se tratava só de mais um artista branquelo americano, de traços um pouco estranhos e cabelos negros, frisados, esvoaçantes. Depois aprendi que ele antes era negro e tive de introjetar a idéia de que a mudança de cor era algo possível. Eu não conheci o processo, como muita gente que acompanhou o seu embranquecimento em tempo real. Vitilígo? Não. Será que ainda existe gente que acredite que foi isso? Mas, só depois, mais tarde, tive acesso a vídeos de quando ele era mais novo e também mais bonito e natural. Lembro-me de quando vi pela primeira vez uma imagem dele, quando criança: cheguei até a duvidar de que se tratava da mesma pessoa.
Nada tenho a questionar sobre o artista e sobre a repercussão da sua morte, mas hoje, um dia depois do seu enterro, aproveito para escrever a coisa mais intrigante que, para mim, foi dita, sobre o evento. Eu ouvi, pela boca de minha mãe, algo mais ou menos assim, ao qual acrescento minhas próprias palavras e impressões:
Michael Jackson morreu, e todo mundo está falando disso, mas para mim ele já estava morto há muito tempo. Aquele Michael que cantava e dançava, que eu adorava, já não existia mais. Houve um tempo em que, mesmo branco, ele ainda era bonitinho, mas depois, quando ele ficou quase sem nariz e por aí vai, já não era mais que um morto-vivo.
Nada tenho a questionar sobre o artista e sobre a repercussão da sua morte, mas hoje, um dia depois do seu enterro, aproveito para escrever a coisa mais intrigante que, para mim, foi dita, sobre o evento. Eu ouvi, pela boca de minha mãe, algo mais ou menos assim, ao qual acrescento minhas próprias palavras e impressões:
Michael Jackson morreu, e todo mundo está falando disso, mas para mim ele já estava morto há muito tempo. Aquele Michael que cantava e dançava, que eu adorava, já não existia mais. Houve um tempo em que, mesmo branco, ele ainda era bonitinho, mas depois, quando ele ficou quase sem nariz e por aí vai, já não era mais que um morto-vivo.
Um comentário:
Você já viu o fantasma do Michael?
Hahahahaha
O cara não pode nem morrer!
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